Publicações de livros
O Bravos/as Companheiros/as e Fantasmas: XI Seminário sobre o/a Autor/a Capixaba ocorreu em 22 de agosto de 2024, em homenagem aos 50 anos da morte da cronista Carmélia M. de Souza. No livro coorganizado por Paulo Roberto Sodré, Sérgio da Fonseca Amaral e Vitor Cei, reúnem-se, em duas partes, tanto os textos sobre a cronista como os referentes a outros assuntos, obras e autores e autoras capixabas. Na primeira parte, expõem-se os estudos histórico-crítico-literários de autoria de Cíntia Souza Alves, Rosana Carvalho Dias Valtão, Vitor Cei, Francisco Aurélio Ribeiro, Grace Alves da Paixão, José Irmo Gonring, Renata Bomfim, Paulo Roberto Sodré e Sérgio da Fonseca Amaral; na segunda, as autopoéticas, isto é, relatos de Ana Sophia Brioschi, Bartira Zanotelli Dias da Silva, Rodrigo Leite Caldeira e Wilson Coêlho acerca de seu percurso e processo de escrita criativa. Download gratuito no blog do Neples.
Palestina e outros poemas, de Maria Amélia Dalvi, é composto de duas partes: uma primeira chamada “palestina” (composta de 21 quadras de métrica regular, entrecortada por reproduções de fragmentos jornalísticos retrabalhados ficcionalmente), dedicada ao conflito/genocídio em curso perpetrado pelo sionismo; e uma segunda parte composta por poemas de teor político, metalinguístico/metaliterário e erótico-amorosos (traços recorrentes na obra da autora). Disponível na loja virtual da editora Pedregulho.
Meia sete: sonetos anotados, de Wilberth Salgueiro, reúne 938 decassílabos. Segundo Antonio Carlos Secchin: os poemas, em larga maioria narrativos, apresentam versos que levam ao extremo a prática do enjambement, e desenvolvem, em sete seções, largo espectro temático, temperado pelo molho do humor e da ironia. Há reiteradas homenagens à literatura e a outras artes, bem como tertúlias de botequim e histórias pessoais: para tal resgate da memória familiar, poderíamos recorrer à expressão “autopoesia”, correlata à “autoficção”. Ou, talvez de modo mais preciso, à categoria de “autoficção poética”. Sabiamente, Wilberth não optou, no título da obra, pelo (previsível) numeral Sessenta e sete, e sim por Meia sete, que, afinal, carrega em si um sentido suplementar: se a “meia” é sete, qual será então a “inteira”, o dobro dessa metade? Catorze – o exato número de versos que compõem cada peça do livro. Disponível na loja virtual da editora 7 Letras.
Metafísica de Carrasco, primeiro romance de Vitor Cei, é uma sátira filosófica/ficcional que desce ao inferno da política brasileira. Entre o riso e a revolta, encara o absurdo da ascensão e queda de um fictício ex-presidente brasileiro, com uma reviravolta no final que faz jus ao título. Disponível na livraria Catraia, no centro de Vitória. Rua Duque de Caxias, 121. Telefone/WhatsApp: (27) 99983-5343.
